Atendimentos tiveram início ontem e serão encerrados hoje às imediações da Assembleia Legislativa O deputado Dr. Neidson (PMN), na manhã desta terça-feira (11) visitou o Caminhão da Prevenção do Hospital de Câncer de Barretos (HCB), que encerra hoje os atendimentos da campanha de prevenção ao câncer de mama e colo de útero.

O parlamentar disse que o caminhão é uma iniciativa de grande valia, uma vez que leva às pacientes exames que não são acessíveis em alguns municípios, como a mamografia e citou como exemplo, o município de Alta Floresta.

“Estive no hospital de lá e pude verificar que a população feminina não tem acesso a esse exame. A ideia da direção do hospital é fazer um consórcio para que eles possam se reunir com os demais municípios vizinhos e, juntos, comprarem um mamógrafo”, explicou Dr. Neidson.

A campanha de prevenção é uma parceria entre a Assembleia Legislativa, através do Departamento Médico, HCB e o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa (Sindler) e faz parte da programação do Outubro Rosa.

O movimento tem o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. Com a parceria, o caminhão do HCB que conta com mamógrafo e sala de atendimentos. Estão previstos entre ontem (10) e hoje (11), 100 mamografias e 80 exames de papanicolau.

Audiência pública
Dr. Neidson informou que é proponente da audiência pública que pretende debater o cadastramento do Hospital de Câncer de Barretos em Porto Velho, junto ao Ministério da Saúde (MS), para realizar tratamentos como a radioterapia.

“A audiência, que faremos junto com o HCB, é justamente para tentar o credenciamento junto ao MS para que eles possam receber os recursos que estão sendo perdidos”, ressaltou Dr. Neidson.

O parlamentar explicou que atualmente, o HCB atende as pacientes e encaminha ao Hospital de Base Ary Pinheiro e com isso, segundo Neidson, o Estado estaria perdendo em torno de R$ 500 mil de recursos por mês, devido à falta do credenciamento.

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