O Deputado Estadual Dr. Neidson, que assumiu a vice-presidência da Comissão de Saúde, solicitou que seja encaminhado ofício à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para que sejam detalhadas as etapas do projeto de construção do Heuro – Hospital de Emergência e Urgência de Rondônia, localizado em Porto Velho, e os motivos da paralisação das obras.

A solicitação aconteceu durante reunião da Comissão de Saúde e Previdência Social da Assembleia Legislativa que aconteceu pela primeira vez neste período legislativo na manhã da última Terça-feira (21). O Deputado também quer saber quais medidas que estão sendo tomadas por parte do poder executivo Estadual para reiniciar as Obras do Hospital HEURO.

Afinal, cumpre ressaltar que o referido Hospital que encontra-se com as obras paralisadas até a presente data será de grande importância para toda a coletividade Rondoniense."A população é a que sofre com esses descasos, pois o Estado precisa desse avanço e a população necessita de uma saúde mais digna em nossa região,". Enfatizou o Parlamentar que também é médico.

A pedra fundamental do Hospital foi lançada pelo Governador Confúcio Moura no dia 20 de Dezembro de 2013, até então na época a expectativa de conclusão da obra era de apenas 1 ano e meio. Prazo este que acabou se estendendo até o ano de 2016. Uma obra esperada há cerca de 30 anos pela população rondoniense, conforme destacou o próprio governador durante a cerimônia de lançamento da pedra fundamental.

Com quatro andares e um heliponto as obras do Heuro fica nas proximidades dos Hospitais de Base Ary Pinheiro, Infantil Cosme e Damião e de Câncer de Barretos. A área de construção é de 17 mil metros de um terreno de 20 mil adquirido pelo governo para formar o complexo hospitalar na zona Norte da Capital.

Do total de leitos, 50 serão de UTIs e 10 para hemodinâmica. Haverá ainda seis salas cirúrgicas, inclusive para bucomaxilar; fábrica de gases medicinas e ar comprimido; e será equipado com células de luz solar, sistema de captação e tratamento da água da chuva, raios-X fixo e móvel e tomógrafo. Ao todo serão ofertadas mais de 20 especialidades.

Dr. Neidson (PMN) aproveitou ainda a reunião da Comissão para contestar a recomendação do Ministério Público de Rondônia, para que os médicos evitem fazer o procedimento chamado método de Kristeller, que ajuda na expulsão do bebê quando a mãe perde as forças durante o parto. O Deputado disse que cada parto tem suas diferenças e que proibir o método indistintamente pode trazer consequências graves para as parturientes e que o ato Médico é individual de cada profissional e depende de circunstâncias que se apresenta no momento do parto onde cabe ao profissional médico decidir sobre a aplicação ou não da manobra para auxiliar no trabalho de parto, sendo o médico responsável pelos seus atos.

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