Na próxima semana, o deputado Dr. Neidson (PMN) estará em Brasília para uma reunião com a bancada federal de Rondônia na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para tratar situação da viabilidade de duas pontes de concreto, uma sobre rio Araras e outra sobre o rio Ribeirão, ambas na BR-425, zona rural de Nova Mamoré.


No início dessa semana, o Dnit iniciou o alteamento da ponte do Araras após a estrutura ser engolida pela água por conta da cheia do Rio Madeira. As águas do Araras passaram o nível da ponte no último fim de semana e já alcançaram a marca de 25 centímetros acima da rodovia.

Com as alagações, tanto Nova Mamoré como Guajará-Mirim, correm riscos de ficarem isoladas do restante do estado. Por conta da obra de alteamento da ponte, a passagem de veículos precisou ser interrompida, porém, foi liberada na quinta-feira (7).

“As pontes do Araras e do Ribeirão são as principais vias de acesso para quem precisa chegar até Porto Velho e o que mais nos preocupa, além do possível isolamento dos dois municípios, é o transporte de pacientes graves, alguns, inclusive, acabam vindo a óbito por conta dos transtornos causados pela dificuldade do tráfego. E sem falar dos que necessitam fazer hemodiálise na capital, que também acabam sofrendo com toda essa situação”, destacou Dr. Neidson.

Em reunião com o superintendente regional do Dnit em Porto Velho, Cláudio André Neves, Dr. Neidson conversou sobre a situação da BR-421 e da RO-420, assunto que, segundo ele, também será tratado em Brasília na próxima semana.

“Vamos tentar, por intermédio do governo federal, viabilizar recursos para iniciar a pavimentação da BR-421 ou da RO-420, a Linha-D”, acrescentou Dr. Neidson.

Porém, Cláudio Neves informou ao deputado que, sobre a BR-421, cabe ao Dnit a manutenção da via até o município de Monte Negro. A solução, segundo Neves, seria o Governo asfaltar a RO-420 e posteriormente federalizar a rodovia.

“Já existe um plano prevendo a federalização da RO-420, porém, ainda não há nada de concreto. Trataremos desse assunto em Brasília, pois de acordo com o superintendente, trata-se de uma obra de custos altos pela necessidade de um asfalto de excelente qualidade em razão de ser uma rota de tráfego de veículo pesados”, concluiu Dr. Neidson.
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